segunda-feira, 28 de maio de 2012

CIOs sofrem com a falta de talentos de TI no Brasil


Carreira

CIOs sofrem com a falta de talentos de TI no Brasil

Maior desafio dos gestores é encontrar profissionais qualificados com conhecimento de negócios para entregar soluções de acordo com as exigências da companhia.

Edileuza Soares

Publicada em 27 de maio de 2012 às 15h40




A falta de mão de obra especializada em TI no Brasil preocupa os CIOs. A maioria das empresas do setor hoje no País tem vaga aberta mas não consegue encontrar os talentos certos. Para alguns, a saída é capacitar profissionais internos de acordo com as exigências do mercado.
O problema que o Brasil enfrenta com risco de apagão de mão de obra de TI aqueceu as discussões durante a IT Leaders Conference 2012, evento realizado em Arraial D'Ajuda entre os dias 23 e 27 de maio. CIOs revelaram que sofrem com a escassez de bons talentos. Eles têm dificuldade para encontrar não apenas profissionais com conhecimento técnico.
Para Fausto Flecha, CIO da Mendes JR, o maior desafio hoje é achar analistas de negócios. Com a pressão sobre a TI para que entenda cada vez mais das necessidades das áreas de negócios para entregar soluções adequadas, os gestores precisam ter esse tipo de talento em seu time.
O problema é onde achar especialistas em TI com veia de negócio no momento em que o Brasil registra um déficit de mais de 90 mil profissionais qualificados, segundo estimativas do Observatório Softex Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software.
Como o setor de TI cresce acima de 10% ao ano, as previsões das entidades de classe são de que esse número aumente mais ainda. Os bons profissionas já estão empregados e as universidades não conseguem formar mão de obra com a velocidade que as empresas precisam, nem de acordo com as exigências que o mercado está pedindo.
Para Wanderson Alves, gerente de TI da Vilma Alimentos, o problema da falta de mão de obra especializada é questão de educação. Ele observa que há um descompasso entre universidades e mercado de trabalho e que falta foco. “Hoje há falta de profissionais em todas as áreas”, comenta.
Flecha constata que o mercado de TI deixou de ser sexy, ou seja, não desperta tanto interesse dos jovens que estão entrando na faculdade. Eles preferem outros cursos, o que contribui para aumentar o déficit de especialistas no setor.
Diante desse dilema, Jedey Miranda, CIO e COO da Europ Assistance, afirma considera que aumenta mais ainda a responsabilidade dos gestores de TI, que precisam repassar conhecimento para novos talentos. A geração Y é sua esperança.
Na opinião de Felipe Ávila, gerente de equipe de suporte técnico da Brasilcap,  as empresas precisam ter estratégias agressivas de retenção para segurar os bons talentos. Ele também acha que as questões de capacitação não são um problema para a TI resolver. "Quem tem de cuidar disso é a área de RH. A TI sempre acha que pode resolver tudo", afirma.
Como não encontra os talentos que precisa, Jens Hoffmann, CIO da ZF do Brasil, diz que tenta às vezes tirar talentos da concorrência, embora saiba que esse não é melhor caminho.
Sérgio Diniz, CIO da Terex Brasil, discorda desse tipo de estratégia. Ele acha que as empresas têm mais e que por a mão no bolso e investir na qualificação de seus talentos em vez de ficar chorando. "Se não investirmos não vamos ter bons profissionais", diz.
Diniz, que acaba de chegar na Terex Brasil, dá como exemplo de experiências bem-sucedidas a iniciativa da SAP que, ao montar o seu laboratório de desenvolvimento em São Leopoldo (RS), contratou profissionais de negócios e os capacitou em TI. Ele acha que hoje é muito mais fácil treinar gente de negócios em TI do que o inverso, como estão tentando muitas companhias.
Alternativas
Existem várias iniciativas no Brasil para reduzir o gap da falta de mão de obra. As próprias companhias estão tentando capacitar talentos por meio de universidades corporativas e também em parceria com universidades.
Há outras ações para capacitação de talentos de TI em determinadas tecnologias como é o caso o Instituto Esperansap, criado pela SAP com apoio de integrantes de seu ecossistema para formar especialistas nas plataformas da companhia.
Segundo o CIO da BN Construções, Marcos Pasin, que é presidente do Instituto Esperansap, criado há dois anos no Brasil, já foram formados mais de 300 profissionais SAP. A entidade sem fins lucrativos capacita pessoas entre 30 e 40 anos, que tenham formação nas áreas de negócios e que estão fora do mercado de trabalho. Eles recebem gratuitamente um treinamento na academia SAP, que hoje custa de 12 mil a 15 mil reais.
O curso dura de 22 dias a um mês e, ao final, o aluno tem grande chance de ser contratado por uma das parceiras SAP. Segundo Pasin, somente a SAP tem um déficit de 5 mil profissionais no Brasil. Assim, 80% dos 300 talentos capacitados pelo Esperansap estão no mercado de trabalho.
"O instituto forma gente de baixa renda que tem conhecimento em negócios. Para nós, é importante ter profissional porque ele vai render mais que os especialistas em TI", acredita Pasin. Esse profissional passa por um grande filtro até conseguir essa chance. Cada turma que abre tem uma média de 2 mil candidatos para 40 vagas.
Os cursos da Esperansap são ministrados em cidades onde há maior demanda por especialistas SAP e podem ser realizados em parcerias com empresas. Pasin dá o exemplo de uma turma montadas em Minas com apoio da Usiminas.


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

RECICLAR E CONSCIENTIZAR

RECICLAR E CONSCIENTIZAR , não só por um mundo melhor, mas principalmente por um mundo para viver.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

A infraestrutura da sua empresa está disponível 24 por 7?


A infraestrutura da sua empresa está disponível 24 por 7?


Analistas do instituto Forrester dão dicas de como analisar o impacto da queda de sistemas críticos e recomendam medidas para evitar que eles fiquem fora do ar, trazendo prejuízo aos negócios.

Computerworld/ES

Publicada em 08 de maio de 2012 às 10h00


Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada.
Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o seu site de e-commerce, que gera dezenas de milhares de reais receita, exibe uma mensagem de erro para todos os seus clientes potenciais. Com as redes sociais em ebulição, em questão de segundos esse problema pode cair no Facebook, Twitter ou em outras mídias dociais. Para piorar a situação, hoje não é um dia normal, mas a data de maior volume de negócios do ano, como acontece em períodos como Dia das Mães, Natal etc.
Este cenário de pesadelo é um exemplo extremo do que sua empresa pode experimentar com a indisponibilidade de serviço no pior momento possível. Nunca é uma boa hora para a queda de sistemas de negócios, mesmo em paradas planejadas. Hoje com empresas globais, funcionando em horários diferentes, a TI muitas vezes tem que funcionar 24 horas aos sete dias da semana, dependendo da atividade.
É por essa razão que as empresas estão cada vez mais construindo sistemas de negócios e infraestrutura que estejam sempre disponíveis para evitar quedas. Porém, não existe um botão mágico que permita isso. Os processo são complexos e demorados. Eles exigem planejamento e dsenvolvimento de uma estratégia para encontrar o local perfeito, que garanta que seus serviços funcionem 24 horas por dia, 365 dias por ano.
A Computerworld da Espanha traçou algumas dicas em conjunto com o instituto Forrester para ajudar a reduzir o impacto de quedas bruscas. Veja a seguir:
1- Entenda os custos da indisponibilidade de serviços críticos
A maioria das empresas não sabe calcular quanto custa para os negócios a queda de sistemas críticos. Estimar o impacto de uma interrupção, contabilizar prejuízos com perda da reputação e retenção de clientes pode ser uma tarefa assustadora. É preciso saber colocar na ponta do lápis a receita que a empresa deixará de ganhar e todas as possíveis perdas, com adoção de medidas que assegurem que a situação não se repetirá.
Lembre-se que o cálculo do impacto varia de empresa para empresa. Ou seja o custo de downtime muda de negócio para negócio. No exemplo acima, é preciso saber quantos clientes potenciais deixaram de comrpar e em que hora o acidente aconteceu. Em que momento do dia o serviço ficou fora do ar e por quanto tempo. Uma interrupução ao meio dia tem um custo diferente de uma queda às 3 da manhã, dependendo da atividade da companhia.
2- Análise toda a infraestrutura
Não se deve reduzir a ordem de armazenamento ou outro componente de qualquer estrutura de TI. A percepção holística geralmente é a correto. É importante considerar e calcular o tempo de toda a infraestrutura e sempre procurar soluções para os problemas de negócios de ponta a ponta.
3- Combinação entre objetivos de negócio e de TI
Uma vez que você calculou o custo de inatividade e mudou a abordagem da análise da infraestrutura, avaliando de ponta a ponta, o próximo passo é selecionar as tecnologias adequadas para suportar os serviços críticos.
Atualmente, há muitas ferramentas que podem apoiar nesse processo, como arquiteturas específicas para reiniciar rapidamente as máquinas virtuais, monitoramento remoto de equipamentos ou de serviços baseados em nuvem e deduplicação.
A parte mais difícil é encontrar uma abordagem que case com seus objetivos de disponibilidade e que também coincida com o que a empresa está disposta a pagar para proteger sistemas críticos. Há ainda a opção de terceirizar a infraestrutura com um data center, contratar sites backups e ter um plano de continuidade de negócios, para que a operação volte em menor tempo possível.
4 – Disponibilidade 100% é quase impossível
O objetivo das empresas não deve atingir 100% de disponibilidade de todos os seus sistemas de negócios, mas apenas para as aplicações críticas. Apesar ter muitas empresas que estão perto de atingir essa meta, a manutenção da infraestrutura disponível o tempo todo é praticamente impossível. Muitas coisas podem dar errado com infraestrutura e aplicações. Podem acontecer desastres naturais, erro humana ou até mesmo manutenção mal planejada.

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Por que VDI é ideal para pequenas empresas ou departamentos?

Por que VDI é ideal para pequenas empresas ou departamentos?

Conheça seis razões para que empresas de porte menor invistam na tecnologia para impulsionar crescimento.

Paul Mah, da CIO.com

Publicada em 27 de abril de 2012 às 09h30


A   virtualização de servidores está na pauta das empresas há pelo menos dez anos e mesmo que questões como armazenamento ainda causem dor de cabeça para a TI, as vantagens da tecnologia são reais e elas valem até mesmo para as pequenas companhias, que podem encontrar na plataforma vantagem competitiva. A seguir, seis motivos para esse nicho apostar na virtualização.

1. Aumentar a eficiência do servidor
A razão tradicional e mais atraente para a implementação de servidores virtualizados é fazer uso mais eficiente dos recursos computacionais no que diz respeito a ciclos de processamento e memória RAM. Além da redução dos custos de energia e refrigeração, empresas de pequeno e médio portes podem reduzir as despesas de capital já que menos servidores físicos são comprados para substituir um número maior de máquinas ociosas.

Implementar servidores virtuais é uma forma simples para reunir em um host físico muitas máquinas virtuais (VMs). Ainda assim, mesmo que a virtualização de servidores possibilite diversos benefícios, ela não livra a TI das tarefas administrativas necessárias para gerenciamento de servidores físicos.

De fato, o gerenciamento da virtualização é ainda mais desafiador devido à facilidade com que as máquinas virtuais podem ser criadas. Além disso, é preciso monitorar o tráfego entre as máquinas virtuais na rede e identificar gargalos de performance.

2. Melhorar os esforços de recuperação de desastres

A recuperação de desastres é a capacidade de restabelecer tarefas ao seu estado natural após um desastre. Como é possível imaginar, o backup de uma infraestrutura totalmente virtualizada faz cópias de imagens de máquinas virtuais e é um processo muito mais simples quando comparado à tarefa tradicional.

Além disso, o processo consome apenas uma parte do equipamento original para hospedar uma infraestrutura inteira, usando virtualização. Isso significa que para empresas menores, que não contam com grandes orçamentos de TI, é possível comprar um pequeno número de servidores. Em caso de desastres, esses equipamentos podem ser realocados, se necessário, e configurados com a última versão da máquina virtual, uma movimentação que é mais rápida do que a de muitos fornecedores de TI.

Obviamente, o fato de que mesmo a maior infraestrutura de empresas de pequeno e médio portes pode ser consolidada dentro de algumas unidades de disco rígido, esse cenário tem implicações na segurança. Por exemplo, existe o risco de máquinas virtuais serem perdidas por um erro humano.

Com isso em mente, usar a virtualização como um meio de recuperação de desastres requer planejamento. Cuidados devem ser tomados para elaborar os processos e procedimentos adequados de
segurança. A responsabilidade pela guarda de máquinas virtuais deve ser claramente definida.

3. Ampliar a estratégia de continuidade de negócios

Continuidade de negócios é diferente de recuperação de desastres, já que seu objetivo é atingir zero ou o mínimo de interrupções das operações. Sabendo que a fonte mais comum de falha no data center é a do hardware do servidor, esse é o lugar em que um recurso de virtualização de servidor, chamado migração em tempo real, deve entrar para ajudar a preservar a continuidade dos negócios, eliminando o tempo de inatividade.

Usando a migração em tempo real, os administradores são capazes de facilmente mover máquinas virtuais em tempo real entre os hosts do servidor físico. Esse tipo de migração acontece por meio da sincronização do disco e da memória em segundo plano entre dois servidores físicos.

A migração em tempo real pode facilitar a manutenção do servidor ou a atualização do hardware sem que seja necessário agendar qualquer parada para manutenção.

Embora a virtualização fortaleça a continuidade dos negócios, não faz milagres em caso de inundações ou incêndios. A implementação de failover [outro blade entra em cena automaticamente para ocupar o lugar de uma placa problemática] é, em muitos casos, cara para a maioria das pequenas e médias empresas, enquanto isso, a migração em tempo real somente exige a presença de uma rede Gigabit Ethernet [ou superior] para funcionar.

4. Aditivar desenvolvimento de software
Se sua empresa trabalha com desenvolvimento de software, a virtualização proporciona a oportunidade de reduzir custos, eliminando a necessidade de desembolsar grandes quantias de dinheiro para adquirir hardware adicional. Médias empresas também se beneficiam. Isso porque as equipes de desenvolvimento economizam tempo por não ter de suportar o longo processo de requisição de novos servidores.

O desenvolvimento de aplicações que não são sensíveis à latência também pode ser feito em versões desktop do software de virtualização, também conhecido como Hypervisor Tipo 2. Esses são tipicamente mais baratos e também oferecem capacidades adaptadas para uma melhor experiência de desktop. Alguns dos tipos mais populares do Type 2 hypervisor são o Oracle VM VirtualBox [código aberto] e VMware Workstation para Windows, bem como o VMware Fusion e Parallels para Mac.

5. Facilitar o teste das atualizações e patches de segurança

A virtualização torna trivial a tarefa de testar novas atualizações de software ou patches de segurança antes da implementação dos sistemas. Além disso, as equipes de desenvolvimento internas poderão testar aplicações n-tier [desenvolvidas em várias camadas] lógicas em uma réplica virtual da infraestrutura atual para testar problemas decorrentes de interações inesperadas entre os vários componentes.

6. Tirar proveito da virtualização de desktop

Uma modalidade cada vez mais popular de virtualização é a de clients, o que implica rodar o ambiente desktop inteiro dentro de um servidor centralizado. Como todo o processamento é feito no servidor, dispositivos clients são tipicamente thin clients que servem como um nó de extremidade para conectar periféricos como teclado, mouse, um monitor, conectores de áudio e até mesmo portas USB por meio da rede LAN.

Embora haja semelhanças entre virtualização de servidores e de desktop em infraestrutura básica necessária, as empresas não devem cometer o erro de misturá-los porque os objetivos são diferentes e as considerações técnicas também. O termo Virtualization Desktop Infrastructure ou VDI é usado para descrever componentes de hardware e de software necessários para suportar uma implementação de virtualização de desktop.
Ingressar nesse universo requer uma análise detalhada dos fornecedores da tecnologia para que a implementação não se torne uma frustração para as empresas.

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Por que terceirizar?

Razões para terceirizar vão de redução de custos até maior acesso à inovação

Stephanie Overby
Publicada em 12 de junho de 2006 

O business case para o outsourcing varia de acordo com cada situação, mas, de uma maneira geral, as razões para terceirizar incluem um ou mais dos seguintes aspectos:
• custos reduzidos (decorrentes de economias de escala ou mão-de-obra mais barata)
• capacidade variável
• possibilidade de focar as competências-chave ao livrar-se das periféricas
• falta de recursos internos
• trabalho realizado com maior eficiência
• maior flexibilidade para se adequar a circunstâncias corporativas e comerciais que mudam
• maior controle do budget através de custos previsíveis
• menor investimento contínuo em infra-estrutura interna
• acesso a liderança de pensamento e inovação
• possível entrada de caixa resultante de transferência de ativos para o novo fornecedor


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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Práticas recomendadas para Gerenciamento de custos do data center por Aplicação e Consolidação do servidor

Práticas recomendadas para Gerenciamento de custos do data center por Aplicação e Consolidação do servidor
Um artigo técnico da Oracle
Abril de 2010

O acúmulo do servidor, as taxas de licença do software e os custos dos recursos estão devolvendo as despesas operacionais do data center pela cobertura, no momento em que cada centavo está sendo escrutinado. Como resultado, a baixa taxa de utilização e os recursos de refrigeração/energia desperdiçados não são mais aceitos e as empresas inteligentes estão buscando a consolidação e a virtualização para cortar despesas e aumentar a eficiência operacional.

Com base no processador Intel® Xeon® série 5500, os servidores Sun de última geração da Oracle permitem que as organizações de TI enfrentem esses desafios oferecendo desempenho do jogo em mudança e aprimoramentos de virtualização. Estes por sua vez, permitem que as empresas aproveitem as práticas recomendadas para gerenciamento de TI, implantação de aplicação, processos de trabalho e controle de custo.

Organizando o data center
Práticas recomendadas
tornou-se um bordão no atual mundo dos negócios. De aquisições de equipamentos para gerenciamento do data center aos processos de fluxos de trabalho, há sempre uma lista de etapas a serem executadas e fatores a serem considerados se desejar aumentar a probabilidade de sucesso. Essas listas, no entanto, nem sempre são fáceis de implementar no mundo real, onde os processos complexos e a natureza caótica inerente das empresas ocupadas dificultam a imposição da estrutura organizacional.

Isso é válido especialmente para organizações de TI. Quando um departamento dentro de uma empresa precisa lançar uma nova aplicação, ele envia uma solicitação para TI, que deve proporcionar e fornecer um servidor, alocar conexões de rede e armazenar recursos e implanta a solução. Na maioria das empresas, esse processo pode levar semanas, no mínimo e, muitas vezes, muito mais tempo.

Após anos operando dessa forma, os data centers normalmente acabam obstruídos pelos servidores, cada um hospeda uma única aplicação para um único grupo. Logo, a empresa está pagando contas de energia elétrica para fornecer energia a cada unidade e resfriar a sala, enquanto cada servidor é executado em apenas cerca de 10% da capacidade (às vezes até menos). Além disso, essas unidades de hardware ocupam espaço valioso, gerando superlotação no data center. Os procedimentos de configuração ad hoc e a aglomeração dos cabos amarrados por toda a sala criam uma confusão que dificulta a navegação, para não falar no gerenciamento.

O gerenciamento de TI, por sua vez, cria outra dor de cabeça. Quando os patches e as atualizações precisarem ser aplicados, os administradores de TI deverão fazer isso para cada unidade do servidor, uma tarefa que pode levar dias na maioria das atualizações e patches de rotina. E como o tempo de uso da frota de servidores, a probabilidade dessas tarefas rotineiras de manutenção irem bem fica cada vez menor.

Como resultado, os custos de gerenciamento aumentam exponencialmente a cada servidor adquirido e instalado, uma situação que leva muitas empresas a consolidar e virtualizar em um esforço para aumentar as taxas de utilização, reduzir custos de energia e simplificar as operações de TI. A Oracle pode ajudá-lo. Baseados no processador Intel Xeon série 5500, os servidores Sun de última geração da Oracle podem ajudar a reduzir os custos em linha e permitir que a sua empresa implemente as práticas recomendadas para as operações do data center.

Com densidade de virtualização incomparável e gerenciamento de energia altamente detalhado, os servidores da Sun oferecem desempenho, confiabilidade e eficiência em energia que permitem que as empresas enfrentem os desafios atuais da computação e atinjam o crescimento e o sucesso no futuro.
Práticas recomendadas para Gerenciamento de custos do data center por Aplicação e Consolidação do servidor 3

Para Receber o Artigo completo envie email para seprolsolutions@seprol.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

Como transformar o departamento de TI na porta de entrada da inovação

Como transformar o departamento de TI na porta de entrada da inovação

Ser great é uma opção. Mas quais as escolhas certas para sua companhia ter sucesso duradouro e reconhecimento?
Mauro Oliveira *
Publicada em 23 de março de 2012 às 07h00

A mentalidade dos líderes corporativos tem evoluído e, aos, poucos, acompanhado as tendências e a realidade 2.0. Um exemplo vivo desta evolução é o chamado CIO 2.0, que tem o papel de levar o posicionamento da área de TI para fora dos muros do departamento. O fenômeno inovador da consumerização também traduz este amadurecimento dentro das companhias. E para quem atua no segmento de Tecnologia, a necessidade da inovação é muito mais iminente. Porém, é preocupante que alguns ainda gerenciem seus negócios com o pensamento: “ou eu inovo ou ganho dinheiro”.

Recentemente, saíram na mídia exemplos de grandes corporações – com reputação inovadora, mas com mentalidade conservadora nos departamentos de Tecnologia –, que tiveram sua TI apontada como principal responsável pelo gargalo nos negócios, e taxada como vilã nos resultados corporativos, quando, na verdade, a TI deveria ser uma das portas de entrada para a inovação dentro das empresas e um grande trampolim dos negócios. E isso é uma questão de escolha.

Uma coisa é fato: a inovação deve estar no DNA dos líderes, deve estar presente no dia a dia, nos processos e pessoas, ser algo contínuo e autêntico. O recém-lançado “Great by choice” – livro de Jim Collins que mostra como dirigir uma empresa ao sucesso duradouro em um ambiente de incertezas e mudanças – diz que “acreditar na inovação é uma escolha certa para este sucesso e reconhecimento” (o ser "great", do livro). Identificar as escolhas certas é um passo. E para as empresas que querem acompanhar essa mudança de mentalidade e amadurecer para o mundo 2.0, transformações devem acontecer.

Novamente, o segredo está nas pessoas. As empresas que escolhem ser greats devem optar por times que vivenciem a experiência da inovação, que pensem ‘fora da caixa’ e que ditem as tendências, sob o ponto de vista do cliente.

Hoje, a maioria dos clientes quer proximidade com seu parceiro, quer alguém que entenda do seu negócio e que compartilhe sua cultura, quer exclusividade e atenção. Dessa forma, apostar no desenvolvimento de talentos e formação de lideranças onde o cliente está é saudável e gera mais valor ao resultado do trabalho. Além disso, a formação de líderes locais traz uma visão diferente para toda a equipe, criando um ambiente multicultural e rico.

Trazendo isto para a prática, as empresas que escolhem ser great não devem ficar reféns de um modelo conservador de offshoring, por exemplo. Como o presidente Barack Obama disse em seu discurso na Casa Branca, em janeiro, não faz sentido incentivar esse tipo de terceirização de serviço: “(...) outros vêm aqui [Estados Unidos] estudar em nossas escolas e universidades, mas assim que obtêm graduação avançada, os enviamos de volta para casa para competir conosco (...)”.

Deve-se ter em mente que, quando se opta por ser inovador, declinar de algumas propostas de negócio faz parte da estratégia. É preciso dizer ‘não’ e, muitas vezes, optar pelo caminho mais longo e diferente do modelo mental corrente. Mas, repito, tudo é uma questão de escolha! Já se perguntou qual a melhor opção para sua companhia?: a primeira é terceirizar o serviço com baixo custo (offshoring); a segunda opção é ter um parceiro de negócios que contribua efetivamente com os objetivos de negócio.

Já pensou como é que você quer trabalhar? Com um time com performance mediana, que responde as requisições a um baixo custo ou com um time de alta performance que está próximo ao cliente, entregando valor de forma ágil e constante?


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